30 de janeiro de 2015

Como instalar LibreOffice 4..4.0 RC3 no Ubuntu 15.04 / 14.10 / 14.04 / 12.04 e distribuições derivadas via PPA

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Foi liberada a versão de desenvolvimento 4.4 (versão de desenvolvimento) da suíte de escritório LibreOffice, não indicada para produção. Com esta disponibilização ganhamos muitas correções de bugs e melhorias. A interface dos aplicativos foram totalmente reorganizadas e mais intuitivas. Menus e caixas de diálogo foram remoduladas tornando ainda mais fácil o fluxo de trabalho. A instalação já está disponível no PPA do Libreoffice Team.

ADICIONANDO O PPA E INSTALANDO O PROGRAMA
Para instalar no Ubuntu 15.04 / 14.10 / 14.04 / 12.04 e distribuições derivadas compatíveis basta abrir um terminal (CTRL+ALT+T) e correr os seguintes comandos (digite a senha de administrador se esta for solicitada e tecle ENTER para prosseguir):
PPA de terceiros... adicione por sua conta e risco!
sudo add-apt-repository ppa:libreoffice/ppa  ENTER 
sudo apt-get update  ENTER 
sudo apt-get install libreoffice  ENTER 

Ou faça o download neste link

EXECUTANDO O PROGRAMA
Quando o processo de instalação for concluído, pesquise por "libreoffice". Clique no ícone correspondente para acioná-lo.

Abaixo algumas das melhorias no editor de texto Writer:
Edição de estilos ganha menu suspenso para edição
Nova estruturação do painel de cores
Os painéis ficaram mais simples e intuitivo
Os botões da barra lateral foram modificados
Colar Especial no menu de contexto
Entre outras dezenas de melhorias em todos os aplicativos.
disponível para:
sob a licença: GNU Lesser General Public License (LGPL v3)
página do projeto: libreoffice.org

É isso.

fonte: ubuntuupdates.org
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BackBox Linux 4.1 disponível para download

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BackBox Linux é uma distro com base na distribuição Ubuntu da Canonical. Esta versão ainda está usando a árvore do kernel 2.6, tanto no x86, quanto no AMD64, mas contém uma impressionante coleção de ferramentas. Também surpreende na leveza do seu ambiente de trabalho: o Xfce. É disponibilizada em live CD de menu multi-idioma - que inclui um modo "forense" para quem trabalha com segurança da informação.
Você terá uma gama de utilitários nas mãos para suas atividades como coleta de informações, análise de vulnerabilidade, Exploração, Privilege Escalation, Acesso e Manutenção, Documentação e Comunicação, Engenharia Reversa, engenharia social, Análise Forense, Análise de VoIP, Análise de redes sem fio e etc.


Baseado em: Debian > Ubuntu (LTS)
Origem: Itália
Arquitetura: i386, x86_64
Desktop: XFCE
Popularidade no DistroWatch: 65
Página do projeto: backbox.org

É isso.
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Como instalar LibreOffice 4.4 no Debian e distribuições derivadas

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Foi liberada a versão de desenvolvimento 4.4 (versão de desenvolvimento) da suíte de escritório LibreOffice, não indicada para produção. Com esta disponibilização ganhamos muitas correções de bugs e melhorias. A interface dos aplicativos foram totalmente reorganizadas e mais intuitivas. Menus e caixas de diálogo foram remoduladas tornando ainda mais fácil o fluxo de trabalho.
IMPORTANTE:
Esta é uma versão de desenvolvimento, não aconselhada para computadores de produção.
Esta é uma versão para testes e correções de bugs.
REMOVENDO VERSÃO ANTERIOR DO LIBREOFFICE
Antes de tudo, vamos desinstalar qualquer versão anterior do LibreOffice. Portanto abra o terminal e corra os seguintes comandos:
su -  ENTER 
apt-get remove --purge libreoffice*  ENTER 
apt-get autoclean  ENTER 
apt-get autoremove  ENTER 

INSTALANDO A NOVA VERSÃO DO LIBREOFFICE
Para sistema de 32 bits
Para instalar o Libreoffice 4.4 abra o terminal e corra os seguintes comandos:
su -  ENTER 
cd /tmp  ENTER 
wget -c http://tdf.c3sl.ufpr.br/libreoffice/stable/4.4.0/deb/x86/LibreOffice_4.4.0_Linux_x86_deb.tar.gz  ENTER 
tar -xzvf LibreOffice_4.4.0_Linux_x86_deb.tar.gz  ENTER 
cd LibreOffice_4.4.0.3_Linux_x86_deb/DEBS/  ENTER 
sudo dpkg -i *.deb  ENTER 

Pacote de tradução para o Português Brasileiro
Para instalar o Pacote de tradução para o Português Brasileiro, faça no terminal:
wget -c http://tdf.c3sl.ufpr.br/libreoffice/stable/4.4.0/deb/x86/LibreOffice_4.4.0_Linux_x86_deb_langpack_pt-BR.tar.gz  ENTER 
tar -xzvf LibreOffice_4.4.0_Linux_x86_deb_langpack_pt-BR.tar.gz  ENTER 
cd LibreOffice_4.4.0.3_Linux_x86_deb_langpack_pt-BR/DEBS/  ENTER 
sudo dpkg -i *.deb  ENTER 

Ajuda OffLine
Para instalar o Pacote de ajuda offline, faça no terminal:
wget -c http://tdf.c3sl.ufpr.br/libreoffice/stable/4.4.0/deb/x86/LibreOffice_4.4.0_Linux_x86_deb_helppack_pt-BR.tar.gz  ENTER 
tar -xzvf LibreOffice_4.4.0_Linux_x86_deb_helppack_pt-BR.tar.gz  ENTER 
cd LibreOffice_4.4.0.3_Linux_x86_deb_helppack_pt-BR/DEBS/  ENTER 
sudo dpkg -i *.deb  ENTER 

Para sistema de 64 bits
Para instalar o Libreoffice 4.4 em sistemas de 64 bits basta abrir o terminal e correr os seguintes comandos:
su -  ENTER 
cd /tmp  ENTER 
wget -c http://tdf.c3sl.ufpr.br/libreoffice/stable/4.4.0/deb/x86_64/LibreOffice_4.4.0_Linux_x86-64_deb.tar.gz  ENTER 
tar -xzvf LibreOffice_4.4.0_Linux_x86-64_deb.tar.gz  ENTER 
cd LibreOffice_4.4.0.3_Linux_x86-64_deb/DEBS/  ENTER 
sudo dpkg -i *.deb  ENTER 

Pacote de tradução para o Português Brasileiro
Para instalar o Pacote de tradução para o Português Brasileiro, faça no terminal:
wget -c http://tdf.c3sl.ufpr.br/libreoffice/stable/4.4.0/deb/x86_64/LibreOffice_4.4.0_Linux_x86-64_deb_langpack_pt-BR.tar.gz  ENTER 
tar -xzvf LibreOffice_4.4.0_Linux_x86-64_deb_langpack_pt-BR.tar.gz  ENTER 
cd LibreOffice_4.4.0.3_Linux_x86-64_deb_langpack_pt-BR/DEBS/  ENTER 
sudo dpkg -i *.deb  ENTER 

Ajuda OffLine
Para instalar o Pacote de ajuda offline, faça no terminal:
wget -c http://tdf.c3sl.ufpr.br/libreoffice/stable/4.4.0/deb/x86_64/LibreOffice_4.4.0_Linux_x86-64_deb_helppack_pt-BR.tar.gz  ENTER 
tar -xzvf LibreOffice_4.4.0_Linux_x86-64_deb_helppack_pt-BR.tar.gz  ENTER 
cd LibreOffice_4.4.0.3_Linux_x86-64_deb_helppack_pt-BR/DEBS/  ENTER 
sudo dpkg -i *.deb  ENTER 

Ou faça o download neste link.

EXECUTANDO O PROGRAMA
Quando o processo de instalação for concluído, pesquise por "libreoffice". Clique no ícone correspondente para acioná-lo.

Abaixo algumas das melhorias no editor de texto Writer:
Edição de estilos ganha menu suspenso para edição
Nova estruturação do painel de cores
Os painéis ficaram mais simples e intuitivo
Os botões da barra lateral foram modificados
Colar Especial no menu de contexto
Entre outras dezenas de melhorias em todos os setores dos aplicativos.
disponível para:
sob a licença: GNU Lesser General Public License (LGPL v3)
página do projeto: libreoffice.org

É isso.
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Como criar e mostrar uma apresentação a partir da linha de comando no Linux

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Quando você preparar um discurso para o público, a primeira coisa que provavelmente virá à sua mente são slides de apresentação brilhantes cheios de diagramas fantásticos, gráficos e efeitos de animação. Bem. Ninguém pode negar o poder de visualmente encantadora apresentação. No entanto, nem todas as apresentações precisam ter uma qualidade extraordinariamente cheia de gráficos e imagens.

Muitas vezes, o efeito de uma apresentação é transmitir informação específica que pode ser facilmente feito com mensagens textuais. Em tais casos, o seu tempo pode ser melhor gasto na coleta de informações e verificar os fatos, em vez de ficar procurando a boa aparência de gráficos a partir de imagens encontradas em buscadores.

No mundo do Linux, você pode fazer apresentação de várias maneiras diferentes, por exemplo, Impress para conteúdos ricos em multimédia, Impress.js para visualização impressionante, Beamer para usuários LaTex mais radicais, e assim por diante. Se você está procurando um meio simples para criar e mostrar uma apresentação textual, não procure mais. MDP pode fazer o trabalho para você.

O que é Mdp?
MDP é uma ferramenta de linha de comando de apresentação baseado em ncurses para Linux. O que eu gosto MDP é o seu suporte de remarcação, o que torna mais fácil para criar slides com formato markdown. Naturalmente, ele se torna indolor para publicar os slides em formato HTML também. Outra vantagem é o suporte para UTF-8, a codificação de caracteres, que vem a calhar quando mostramos caracteres acentuados.

Instalar Mdp em Linux

Debian e distribuições derivadas:

$ sudo apt-get install git gcc make libncursesw5-dev
$ git clone https://github.com/visit1985/mdp.git
$ cd mdp
$ make
$ sudo make install

Fedora, CentOS e RHEL

$ sudo yum install git gcc make ncurses-devel
$ git clone https://github.com/visit1985/mdp.git
$ cd mdp
$ make
$ sudo make install

Arch Linux

No Arch Linux, você pode facilmente instalar mdp via AUR.

Apresentação de exemplo


Você pode usar a apresentação de exemplo que está no site do xmodulo (copie-a e salve em um arquivo apresentacao.md). Ou pode baixar a mesma apresentação já com extensão .md neste link.

Você também pode baixar a apresentação de exemplo do desenvolvedor.

Exibindo a apresentação


Para exibir a apresentação basta executar o seguinte comando (considerando que você tem o arquivo "apresentacao.md" no diretório atual):
$ mdp apresentacao.md

Você verá algo semelhante à imagem abaixo:
Você deverá ter uma janela de terminal com no mínimo 35 linhas de dimensão e uma largura adequada para a apresentação.

Controle


h, j, k, l, Setas, Espaço, Enter, Backspace, Page Up, Page Down -> próximo slide /  slide anterior;
Home -> ir para o primeiro slide;
End -> ir ao último slide;
1-9 -> para o slide n;
r -> recarregar arquivo de entrada;
q -> sair.

página do projeto

É isso.

fonte
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Fraude Fotográfica (21) - O Fantasma de Wem Town

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Wem Town, Shropshire, Inglaterra, 19 de novembro de 1995. Em 19 de novembro de 1995, um incêndio destruiu um prédio antigo da cidade inglesa de Wem. Muitos moradores se juntaram em torno do edifício em chamas, entre eles Tony O’Rahilly, que registrou a destruição do prédio. Em uma das fotos tiradas por O’Rahilly aparece a imagem que seria de uma menina morta em outro incêndio, em 1677. A criança, chamada Jane Churm, teria acidentalmente dado início ao incêndio que destruiu o vilarejo ao aproximar uma vela do teto de palha. No momento do incêndio, nem o fotógrafo, nem as outras pessoas presentes viram a suposta criança. O’Rahilly levou a foto e o negativo até especialistas, que concluíram não haver adulteração” - [Terra].

Comentário: Uma das imagens mais curiosas, o negativo foi de fato analisado por Vernon Harrison, que declarou não ter encontrado sinal de trucagem.

Seria mesmo um fantasma?
Ou um extraordinário exemplo de pareidolia, com fumaça ou as chamas formando o que parece um rosto?

O veredito se inclinava para a pareidolia, até que tomamos conhecimento de que em verdade apenas um ano após a imagem ser capturada, os negativos já haviam sido analisados também por Will Stapp, do Museu Nacional de Fotografia em Bradford, Inglaterra. Stapp descobriu que a face da garota apresenta uma série de linhas horizontais que não são vistas no resto da imagem. Isto sugere claramente algum tipo de trucagem fotográfica usado para inserir o rosto, que não foi capturado da mesma forma que o restante do cenário. Stapp indica que as linhas horizontais podem ser linhas de varredura de TV — isto é, a face teria sido capturada fotografando uma televisão.
Confrontado com o veredito de Stapp em um programa televisivo, o fotógrafo O’Rahilly negou nervosamente ter trucado a imagem. Mas uma peça decisiva de evidência surgiria em abril deste ano, quando o jornal local “Shropshire Star” publicou um cartão-postal original de 1922, retratando a cidade de Wem à época:
Caso você tenha olhos de águia como o leitor do jornal Brian Lear possui, pode ter reconhecido a garota no lado esquerdo do cartão-postal. “Seu vestido e chapéu parecem idênticos“, notou Lear. Um aumento do cartão-postal pelo jornal confirmou que não há apenas similaridade, como uma combinação exata em todos os detalhes entre a suposta fantasma capturada em 1995 e a menina no cartão-postal de 1922.
Caso ainda se esteja em dúvida, Richard Deeson criou esta comparação interativa (movimente as barras de fade e zoom para alternar entre as duas imagens). É impressionante que Lear tenha reconhecido a garota mesmo na versão em baixa resolução originalmente publicada.

Infelizmente, o fotógrafo Tony O’Rahilly faleceu no ano de 2005. Mas considerando a combinação exata com o cartão-postal de Wem vendido sete décadas antes e as linhas horizontais presentes apenas no rosto do suposto fantasma como evidência de trucagem nos negativos original, há pouca dúvida de que a foto foi fraudada.

fonte: ceticismoaberto
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Como corrigir o "fantasma" da vulnerabilidade em glibc no Fedora e Debian

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Como você já deve saber, Ghost é uma vulnerabilidade recentemente descoberta GNU C Library (glibc) e pode deixar o seu sistema aberto para a execução remota de código malioso. glibc versões inferiores a 2.18 são vulneráveis a execução remota de código através de uma vulnerabilidade na função gethostbyname. Isso pode permitir que um atacante remoto assuma o controle de um sistema afetado. Há um script que promete realizar esta verificação no seus sistema. Bem anunciamos o problema e já saiu a correção para a vulnerabilidade.

NO FEDORA
Visualizando a versão da sua glibc:
# yum list glibc  ENTER 

A minha saída aqui foi:
...
Installed Packages
glibc.i686                   2.12-1.132.el6_5.2        @updates
glibc.x86_64               2.12-1.132.el6_5.2        @updates

Available Packages
glibc.i686                   2.12-1.149.el6_6.5        updates
glibc.x86_64               2.12-1.149.el6_6.5        updates

Para atualizar a glibc no Fedora faça:
# yum update glibc  ENTER 

Para se certificar que o problema foi corrigido faça:
# rpm -q --changelog glibc | grep CVE-2015-0235  ENTER 

A saída deve ser:
- Fix parsing of numeric hosts in gethostbyname_r (CVE-2015-0235, #1183533).
- Fix parsing of numeric hosts in gethostbyname_r (CVE-2015-0235, #1183533).

NO DEBIAN WHEEZY
Para corrigir a vulnerabilidade no Debian Wheezy (estável) faça:
# apt-get update && apt-get upgrade && apt-get dist-upgrade  ENTER 

Veja security-tracker.debian.org/tracker/CVE-2015-0235

Para verificar se a correção fo ide fato aplicada você pode tentar o script no comando abaixo:
$ wget https://sites.google.com/site/tutorfreebr/script/test_ghost.sh  ENTER 
$ chmod +x test_ghost.sh  ENTER 
$ ./test_ghost.sh  ENTER 

Ou copie o código diretamente do link original.

O script irá gerar e executar um pequeno programa C para testar a vulnerabilidade. Se a sua saída for...
+ Ghost output is not vulnerable
GHOST_NOT_FOUND_VULN
GHOST_CHECK_20150128.0_NOTVULN

Isto significa "corredor sem fantasma". Seu sistema está OK:
Em um sistema afetado a saída deve mostrar a seguinte linha:
GHOST_CHECK_20150128.0_ISVULN
É isso.

via
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Computadores e telas flexíveis vão demorar a transformarem-se em produtos de loja?

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A eletrônica orgânica, ou eletrônica de plástico, é extremamente promissora, abrindo a possibilidade de uma nova família de equipamentos eletrônicos de baixo consumo de energia e, melhor de tudo, flexíveis: de telas de enrolar e papéis de parede que iluminam os ambientes por igual até computadores inteiramente de plástico. Mas para quando podemos esperar essas novidades? Será que os avanços relatados pelos laboratórios estão prontos para se transformar em produtos nas lojas?

Pesquisadores do Instituto Nacional de Ciência dos Materiais do Japão fizeram-se essas mesmas perguntas, e realizaram um levantamento de todas as tecnologias mais promissoras na área, do seu nível de desenvolvimento ao redor do mundo e dos desafios que ainda estão por serem vencidos para que a eletrônica de plástico cumpra suas promessas.

Transistores emissores de luz
Os transistores de efeito de campo orgânicos (OFET) foram desenvolvidos para permitir a construção de circuitos eletrônicos em grandes áreas a custo baixo, usando técnicas de impressão sobre substratos plásticos flexíveis e eventualmente transparentes.

Yutaka Wakayama e seus colegas identificaram grandes progressos no desenvolvimento dos transistores de efeito de campo orgânicos emissores de luz (LE-OFETs) desde que eles apareceram pela primeira vez em 2003 - esses componentes são geralmente inseridos na família mais genérica dos "LEDs orgânicos" ou OLEDs.

A tendência atual mostra um aumento crescente na eficiência da emissão de luz e no brilho desses transistores, que logo poderão ser a base de uma nova geração de telas melhores e mais eficientes.

A equipe também acredita que os LE-OFETs deverão tornar-se totalmente compatíveis com as tecnologias eletrônicas mais tradicionais, permitindo novos desenvolvimentos no campo dos sistemas de comunicações ópticas e dos sistemas optoeletrônicos, como aqueles que dependem das tecnologias laser, seja para transmissão, seja para o armazenamento de dados.

Os LE-OFETs já estão sendo utilizados para desenvolver, por exemplo, telas flexíveis e transparentes para computadores. Essas telas deverão oferecer menores tempos de resposta, maior eficiência energética e dispensar a luz de fundo, o que fará com que consumam muito pouca energia, com um consequente impacto positivo na durabilidade das baterias dos aparelhos portáteis, como celulares, tablets e notebooks.

Transistores receptores de luz
Alguns dos componentes da eletrônica orgânica
já estão prontos para uso, mas outros dependem
de novos desenvolvimentos.
No lado inverso, os transistores de efeito de campo orgânicos detectores de luz (LR-OFETs) estão em um estágio bem menos avançado do que seus irmãos emissores de luz. Os LR-OFETs convertem a luz em sinais elétricos, abrindo o caminho para novos dispositivos que integram a luz à eletrônica, os optoeletrônicos.

Um exemplo de uso desses dispositivos são os fototransistores usados em tocadores de CD, DVD e Blu-ray, o que mostra as amplas possibilidades de utilização de componentes mais avançados. Mas o grande gargalo está na durabilidade dos LR-OFETs, que precisa melhorar para que possam ser utilizados em aplicações práticas.

Existem outros tipos de OFETs sendo desenvolvidos igualmente capazes de captar luz, mas eles também dependem de maiores desenvolvimentos em escala de laboratório antes que possam ser utilizados em circuitos eletrônicos totalmente de plástico.

Há grandes esforços sendo feitos nesse rumo porque já foram desenvolvidas telas flexíveis - que logo estarão no mercado - em que os componentes emissores de luz, os componentes que fazem o chaveamento dos pixels e até o substrato, são totalmente de plástico, faltando apenas os receptores de luz para completar o quadro.

Computadores de plástico
A equipe também sentiu falta de um maior desenvolvimento no campo das "memórias de plástico", um elemento essencial para viabilizar computadores totalmente de plástico. Finalmente, os pesquisadores alertam que o desempenho dos componentes que incorporam os transistores emissores de luz e receptores de luz enfrentam vários problemas técnicos. Eles recomendam colaborações interdisciplinares entre os químicos orgânicos e os físicos para que estas questões possam ser resolvidas.

Em resumo, embora telas finas, flexíveis e mais eficientes devam começar a aparecer nas próximas feiras de eletrônicos de consumo, a equipe estima que serão necessários ainda mais dez anos para que os celulares, tablets e computadores flexíveis e totalmente de plástico apareçam no mercado.

Bibliografia:
Recent progress in photoactive organic field-effect transistors
Yutaka Wakayama, Ryoma Hayakawa, Hoon-Seok Seo
STAM - Science and Technology of Advanced Materials
Vol.: 15 (2): 024202
DOI: 10.1088/1468-6996/15/2/024202

via
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29 de janeiro de 2015

Ghost: checando a vulnerabilidade da glibc

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Como você já deve saber, Ghost é uma vulnerabilidade recentemente descoberta GNU C Library (glibc) e pode deixar o seu sistema aberto para a execução remota de código malioso. glibc versões inferiores a 2.18 são vulneráveis a execução remota de código através de uma vulnerabilidade na função gethostbyname. Isso pode permitir que um atacante remoto assuma o controle de um sistema afetado. Há um script que promete realizar esta verificação no seus sistema.

Digite o seguinte comando para saber a versão da glibc instalada no seus sistema:
$ ldd --version  ENTER 

Baixe o script neste link. Dê permissão de execução e execute-o. Ou basta correr os seguintes comandos no terminal:
$ wget https://sites.google.com/site/tutorfreebr/script/test_ghost.sh  ENTER 
$ chmod +x test_ghost.sh  ENTER 
$ ./test_ghost.sh  ENTER 

Ou copie o código diretamente do link original.

O script irá gerar e executar um pequeno programa C para testar a vulnerabilidade. Se a sua saída for...
+ Ghost output is not vulnerable
GHOST_NOT_FOUND_VULN
GHOST_CHECK_20150128.0_NOTVULN

isso significa "corredor sem fantasma". Seu sistema está OK:

Em um sistema afetado a saída deve mostrar a seguinte linha:
GHOST_CHECK_20150128.0_ISVULN

É isso.

via
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The Book of CSS3, 2nd Edition - A Developer's Guide to the Future of Web Design

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CSS3 é a tecnologia por trás da maioria dos visuais atraentes na Web. Mas o desenvolvimento pode estar cheio de ressalvas covardes para implementações em navegadores inconsistentes. Esta segunda edição totalmente atualizada do livro best-seller de CSS3 destila a linguagem técnica densa da especificação e mostra-lhe o que CSS3 pode fazer hoje.


Por:              Peter Gasston
ISBN:           978-1-59327-580-8
Ano:             2014
Páginas:      304
Idioma:        English
Tamanho:    10.5 MB
Formato:     PDF

bons estudos!

fonte
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MegaGlest 3.11.0 - jogo 3D de estratégia em tempo real (RTS) multiplataforma e open source

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Megaglest é um jogo 3D de estratégia em tempo real (RTS) open source multi-plataforma, onde você controla os exércitos de um das sete facções existentes: tecnologia, Mágicos, Egito, indianos, Norsemen, persas ou romanos. O jogo pode ser configurado de 17 maneiras diferentes e você ainda pode baixar dados adicionais a partir de dentro do jogo, sem nenhum custo. O game está disponível nos repositórios das principais distribuições GNU/Linux, mas você pode baixar a versão 3.11.0 que está disponível a partir do site do desenvolvedor.

INSTALAR A VERSÃO OFERECIDA POR SUA DISTRO
Para instalar no Debian e distribuições derivadas basta abrir um terminal e correr os seguintes comandos (digite a senha de administrador se esta for solicitada e tecle ENTER para prosseguir):
su -  ENTER 
apt-get install megaglest  ENTER 

No Fedora:
su -  ENTER 
yum install megaglest  ENTER 

No Arch e Manjaro:
su -  ENTER 
pacman -S megaglest  ENTER 

INSTALAR VERSÃO 3.11.0
Para instalar a última versão no Debian e distribuições derivadas basta abrir um terminal e correr os seguintes comandos (digite a senha de administrador se esta for solicitada e tecle ENTER para prosseguir):

Para 32 bits, faça:
su -  ENTER 
cd /tmp  ENTER 
wget -c https://github.com/MegaGlest/megaglest-source/releases/download/3.11.0/MegaGlest-Installer-3.11.0_i686_linux.run  ENTER 
./MegaGlest-Installer-3.11.0_i686_linux.run  ENTER 

Para 64 bits:
su -  ENTER 
cd /tmp  ENTER 
wget -c https://github.com/MegaGlest/megaglest-source/releases/download/3.11.0/MegaGlest-Installer-3.11.0_x86_64_linux.run  ENTER 
./MegaGlest-Installer-3.11.0_x86_64_linux.run  ENTER 

Você verá a tela do instalador:
Manual de instalação

EXECUTANDO O JOGO
Quando o processo de instalação for concluído, pesquise por "megagiest". Clique no ícone correspondente para acioná-lo.

A interface do game:
disponível para:
sob a licença pública geral GNU versão 2 (GPL v2)
página do projeto: http://megaglest.org/

divirta-se!
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Notepad - um simples editor de texto escrito em Python e Tkinter

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Um editor de texto é um programa usado para escrever no computador. É um programa que simula o funcionamento de uma máquina de escrever com recursos que facilitam e agilizam a produção, edição e finalização de texto. Notepad é um simples editor de texto escrito em Python e Tkinter. O script tem 8,9 Kb, escrito pelo argentino Eduardo Grando e disponibilizado em formato de script Python (.py).

IMPORTANTE:
$ <= executar como usuário comum;
# <= executar como super-usuário / administrador.

INSTALANDO AS DEPENDÊNCIAS
Para que o script funcione você deve instalar o Tkinter no seu sistema. Basta abrir o terminal e executar o seguinte comando:
# apt-get install python-tk  ENTER 

OBTENDO E EXECUTANDO O NOTEPAD.PY
0 - faça o download do notepad.py neste link;
1 - corra os seguintes comandos no terminal:
$ cd Downloads/  ENTER 
$ chmod +x notepad.py  ENTER 
$ python ./notepad.py  ENTER 

Você verá a janela do Notepad:
É isso.

via Eduardo Grando+
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