23 de maio de 2016

Tiny Core Linux 7.1 disponível para download

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Tiny Core GNU/Linux é uma pequena distro GNU/Linux de 12 MB projetada para oferecer o mínimo que você precisa para começar a trabalhar, enquanto ocupa o mínimo de espaço possível em disco. O núcleo funciona inteiramente na memória e inicia muito rapidamente. Foi lançada hoje (23/05/2016) o Tiny Core 7.1 traz uma atualização para o utilitário de software BusyBox e várias pequenas melhorias e correções de bugs. Ideal para computadores com poucos recursos de hardware. A ISO tem apenas 15 MB e possui uma versão especial para o Raspberry Pi.


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Baseado em: Independente (surgiu da ramificação do Damn Small)
Architetra: armhf, i486
Desktop: Fluxbox, flwm, Hackedbox, IceWM, JWM, Openbox
Popularidade: 70º no DistroWatch

tinycorelinux.net

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via distrowatch.com
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Como instalar G'MIC 1.7.1 no Debian e distribuições filhas

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G'MIC é um conjunto de filtros personalizáveis focado para converter, manipular, filtrar e visualizar conjuntos de dados genéricos 1d/2d/3d multi-espectrais de imagem. Isso inclui imagens coloridas, mas também dados mais complexos como sequências de imagens ou 3D volumétrica. G'MIC é uma estrutura aberta. G'MIC contém um conjunto substancial de algoritmos de processamento de imagem e dutos pré-definidos (mais de 1000). Desde 2008, ele é desenvolvido pela equipe da imagem do laboratório GREYC, em Caen/França, por pesquisadores que trabalham na área de processamento de imagem.

INSTALANDO O G'MIC
Para instalar em Debian e distribuições derivadas:
Debian Wheezy
Para instalar no Debian 7.x Wheezy:
Para sistema de 32 bits
Em sistema de 32 bits, basta abrir um terminal e correr os seguintes comandos (digite a senha de administrador se esta for solicitada e tecle ENTER para prosseguir):
su  ENTER 
cd /tmp  ENTER 
wget -c http://gmic.eu/files/linux/gmic_debian_wheezy_i386.deb  ENTER 
sudo dpkg -i *.deb  ENTER 
sudo apt-get install -f  ENTER 

Para sistema de 64 bits
Para instalar em sistema de 64 bits basta abrir um terminal e correr os seguintes comandos:
su  ENTER 
cd /tmp  ENTER 
wget -c http://gmic.eu/files/linux/gmic_debian_wheezy_amd64.deb  ENTER 
sudo dpkg -i *.deb  ENTER 
sudo apt-get install -f  ENTER 

Debian Jessie e LMDE
Para instalar no Debian Jessie e distribuições derivadas:
Para sistemas de 32 bits
De 32 bits basta abrir um terminal e correr os seguintes comandos:
su  ENTER 
cd /tmp  ENTER 
wget -c http://gmic.eu/files/linux/gmic_debian_jessie_i386.deb  ENTER 
sudo dpkg -i *.deb  ENTER 
sudo apt-get install -f  ENTER 

Para sistemas de 64 bits
Para instalar em sistema de 64 bits basta abrir um terminal e correr os seguintes comandos (digite a senha de administrador se esta for solicitada e tecle ENTER para prosseguir):
su  ENTER 
cd /tmp  ENTER 
wget -c http://gmic.eu/files/linux/gmic_debian_jessie_amd64.deb  ENTER 
sudo dpkg -i *.deb  ENTER 
sudo apt-get install -f  ENTER 

Usuários de MS Windows podem baixar o instalador neste link.

UTILIZANDO O G'MIC
É só executar o GIMP. Seu novo plugin estará disponível no menu "Filtros / G'MIC" ou em um menu exclusivo G'MIC. É só escolher um dos filtros disponíveis:
disponível para:
sob a licença: GNU General Public License (v2)
página do projeto: gmic.eu

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22 de maio de 2016

Como converter arquivo IMG para ISO em sistema GNU/Linux

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Um arquivo ISO é um arquivo único que nada mais é que uma cópia completa de um CD/DVD de dados. O arquivo do tipo IMG é um outro tipo de arquivo de imagem de disco de mesmo propósito. Muitas vezes, pelos mais diversos motivos, precisamos converter de um tipo para outro. Usuários de sistema GNU/Linux podem realizar este processo muito rapidamente através do comando dd.

CONVERTENDO IMG TO ISO
Para converter um arquivo de imagem de disco do tipo IMG para ISO basta abrir um terminal e correr o seguinte comando:
dd if=/Caminho/Da/Imagem/arquivo.img of=/Caminho/Para/NovaImagem/arquivo.iso  ENTER 

Onde:
dd é o comando que executará a ação;
if= define o caminho do arquivo alvo;
of= define o caminho para armazenar a cópia convertida.

Por exemplo, baixei a versão do pfSense 2.1.5 no formato IMG. Preciso converter para compartilhar com algumas pessoas. Considerando que os arquivos estão na minha pasta Downloads, fiz:
dd if=pfSense-2.1.5-RELEASE-1g-i386-nanobsd-20140825-0744.img of=pfSense-2.1.5-i386.iso  ENTER 

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21 de maio de 2016

Impressora 3D faz objetos no espaço livre, sem suporte

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Impressoras 3D não precisam mais se limitar a fabricar objetos autoportantes. A junção de uma técnica conhecida como recozimento a laser e os tradicionais bocais das impressoras 3D, que podem liberar tintas metálicas condutoras, está permitindo a construção de objetos em pleno ar, no espaço livre, sem qualquer suporte.

O resultado da junção das duas técnicas é um aparelho capaz de produzir não só curvas e espirais, mas também cantos angulares vivos e qualquer outra mudança de direção em pleno ar.

A expectativa é que a técnica permita fabricar uma infinidade de equipamentos biomédicos personalizados, que dependem de dimensões e arquiteturas perfeitamente talhadas para cada paciente. Antenas, eletrônicos de vestir e sensores são outras possibilidades de uso da técnica.

Impressão 3D ao ar livre
Além do posicionamento preciso do foco de luz, para acertar a saída do bocal, o sistema ajusta a intensidade do laser para que seja aplicada a quantidade precisa de energia para solidificar a tinta de nanopartículas de prata em cada ponto do desenho, esteja ele seguindo em linha reta, fazendo uma curva ou fechando um ângulo.

"Se o laser ficar muito perto do bico durante a impressão, o calor é conduzido de volta, o que solidifica a tinta e obstrui o bico. Para resolver isso nós criamos um modelo de transferência de calor para lidar com a distribuição da temperatura ao longo de um determinado padrão do fio de prata, o que nos permite modular a velocidade e a distância de impressão entre o bocal e o laser para controlar com elegância o processo de recozimento a laser em tempo de execução," explicou Mark Skylar-Scott, do Instituto de Engenharia Bioinspirada da Universidade de Harvard, nos EUA.

A base de impressão é rotativa para permitir a realização de formatos livres, enquanto o bico de impressão, que é seguido precisamente pelo laser, move-se ao longo dos eixos x, y e z.

Desta forma, pequenas formas hemisféricas, molas em espiral e até mesmo borboletas feitas de fios de prata mais finos do que um fio de cabelo podem ser impressas em poucos segundos no espaço livre.

Bibliografia:
Laser-assisted direct ink writing of planar and 3D metal architectures
Mark A. Skylar-Scott, Suman Gunasekaran, Jennifer A. Lewis
Proceedings of the National Academy of Sciences
Vol.: 201525131
DOI: 10.1073/pnas.1525131113

via
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18 de maio de 2016

GanttProject 2.7.2 - gerenciamento de projetos open source com modo colaborativo

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GanttProject é um projeto open source e multiplataforma de gestão de projetos. Comparado com outras ferramentas de projeto de gestão para GNU/Linux como TaskJuggler e Planner, GanttProject oferece menos recursos de planejamento, mas o que ele tem disponível pode ser tudo o que você precisa se ​​você está em um cenário de uma pequena/média empresa. O programa oferece um conjunto de ferramentas com abordagem simplificada para planejamento e controle de recursos e horários para atender os objetivos de um projeto.

Nesta nova versão é possível definir cor e padrão de preenchimento, notas de texto e campos personalizados definidos pelo usuário. Organize tarefas em uma estrutura de divisão de trabalho. Árvore hierárquica com barra de progresso, datas ou custos de tarefas de nível mais baixo são resumidas nos níveis mais elevados.

Com GanttProject vocë pode impor restrições para dependências entre tarefas, com datas de inicia e fim do projeto. Mas ainda assim, é possível adicionar um atraso ou usar outros tipos de restrições. É possível criar linhas de base para poder comparar o projeto atual com planos anteriores.

É possível também:
- Criar recursos humanos com as informações básicas de contato;
- Atribuir taxa de pagamento;
- Atribuir recursos para trabalhar em tarefas com diferentes funções e unidades de atribuição;
- Monitorar atribuições e ver quando algum recurso fica sobrecarregado ou ocioso, etc;

Colaboração
Use servidores WebDAV com locks support para trabalho simultâneo entre colaboradores do grupo. Use armazenamento em nuvem e o GanttProject fará o seu melhor para evitar escritas concorrentes.

INSTALAÇÃO DO GDEBI
Para instalação rápida e modo gráfico, você pode utilizar o gdebi, um frontend para instalação de pacotes .deb. Se ainda não tiver instalado no seu sistema, basta abrir um terminal e correr os seguintes comandos (digite a senha de administrador se esta for solicitada e tecle ENTER para prosseguir):
sudo apt-get update  ENTER 
sudo apt-get install gdebi  ENTER 

OBTENDO E INSTALANDO O PROGRAMA
MODO GRÁFICO
0 - faça o download do programa neste link;
1 - abra seu navegador de arquivos e navegue até à pasta do download;
2 - Clique com o botão direito do rato sobre o arquivo baixado. No menu que aparece clique em "Abrir com o instalador de pacotes gdebi". O programa irá checar as dependências e as condições do pacote;
3 - Clique em "Instalar pacote";
4 - Quando a instalação terminar, feche o gdebi.

MODO TEXTO
Para instalar em Debian e distribuições filhas, basta abrir um terminal e correr os seguintes comandos (digite a senha de administrador se esta for solicitada e tecle ENTER para prosseguir):
su -  ENTER 
cd /tmp  ENTER 
wget -c https://dl.ganttproject.biz/ganttproject-2.7.2/ganttproject_2.7.2-r1954-1_all.deb  ENTER 
dpkg -i *.deb  ENTER 
apt-get install -f  ENTER 

Usuários de MS Windows e Mac OS podem baixar o instalador neste link.

EXECUTANDO O PROGRAMA
Quando o processo de instalação for concluído, pesquise por "gantt". Clique no ícone correspondente para acioná-lo:
A interface do programa:
Marcação especial para projetos de desenvolvimento de softwares:
Pacote de feriados do Brasil também está disponível:
Gráfico do projeto para acompanhamento:
disponível para:
sob a licença: GNU General Public License v3 (GPL v3)
página do projeto: ganttproject.biz

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ChaletOS 16.04 - distro leve, rápida e um visual "familiar"

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Todos nós conhecemos alguém que tentou mudar para o Linux, mas não teve sucesso. A distro que ele tentou era muito diferente do que ele estava acostumado, havia muitas coisas novas e as velhas coisas não estavam onde ele esperava. O objetivo deste projeto é permitir que qualquer pessoa possa se acostumar com Linux sem a obrigação de passar por uma grande curva de aprendizagem.
Este sistema não é muito diferente do Xubuntu, no qual se baseia, mas ChaletOS tem um estilo que todos os novos usuários conhece bem, apelando para a simplicidade e rapidez. Por causa de seus requisitos de hardware poucos exigentes será possível reviver algumas máquinas antigas e atualizar outras, não tão velhas.
O nome ChaletOS veio do estilo das casas de montanha na Suíça. O conceito destas casas é semelhante ao conceito no qual o sistema foi construído: a simplicidade, beleza e readaptação. A ideia é que os novos usuários sintam-se na "antiga casa".


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Página do projeto

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vi no distrowatch.com
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IBM apresenta memória com três bits por célula

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A IBM apresentou um chip funcional capaz de armazenar de forma confiável 3 bits de dados por célula de memória, utilizando uma tecnologia na qual praticamente todo o mercado vem trabalhando há anos, chamada memórias de mudança de fase (PCM: Phase-Change Memory).

A empresa já havia conseguido gravar até 4 bits por célula PCM em escala experimental. O novo chip é o resultado da migração daquela tecnologia rumo às aplicações reais, que precisam lidar com todos os aspectos envolvidos na produção em escala industrial.

Atingir 3 bits por célula é um marco significativo porque, nessa densidade, o custo da memória PCM será significativamente menor do que de um chip DRAM equivalente e mais próximo da memória flash - ela é 50 vezes mais rápida do que uma memória flash de capacidade equivalente. Mas ainda há dúvidas se o novo chip estaria realmente pronto para ir ao mercado.

O chip PCM multi-bit apresentado agora é constituído por uma matriz de 2 x 2 milhões de células em uma arquitetura intercalada de 4 bancos. Cada uma das duas matrizes de memória mede 1000 × 800 micrômetros. As células PCM, feitas de uma liga dopada com calcogeneto, foram integradas em uma placa de circuito integrado padrão com tecnologia CMOS de 90 nanômetros.

Memória de mudança de fase
As memórias PCM atraíram a atenção da indústria como uma potencial tecnologia de memória universal com base na sua combinação de velocidade de leitura/gravação, resistência, não-volatilidade e densidade.

Por exemplo, a PCM não perde os dados quando desligada, como a flash e diferente da DRAM, e a tecnologia pode suportar pelo menos 10 milhões de ciclos de escrita, em comparação com uma média de 3.000 ciclos de escrita das memórias flash.

A expectativa é que as memórias PCM possam ser usadas de forma independente ou em aplicações híbridas, combinando armazenamento PCM e flash, com a PCM funcionando como um cache extremamente rápido.

Como uma memória PCM funciona
Como seu nome indica, uma memória de mudança de fase armazena os bits pela alteração de fase - amorfa ou cristalina - do material usado em sua construção, uma liga de vários elementos.

Esse material é colocado entre dois eletrodos. A mudança de fase e a sua reversão são induzidas pela aplicação de uma tensão ou de pulsos de corrente de diferentes intensidades. Dependendo da tensão, mais ou menos material entre os eletrodos é submetido à mudança de fase, o que afeta diretamente a resistência da célula.

É essa variação na resistência da célula em função da tensão que foi explorada para guardar não apenas um bit, mas vários bits por célula.

Bibliografia:
Demonstration of Reliable Triple-Level-Cell (TLC) Phase-Change Memory
Milos Stanisavljevic, Haralampos Pozidis, Aravinthan Athmanathan, Nikolaos Papandreou, T. Mittelholzer, Evangelos Eleftheriou
Proceedings of the International Memory Workshop
DOI: 10.1109/JETCAS.2016.2528598

Multilevel-Cell Phase-Change Memory: A Viable Technology
Aravinthan Athmanathan, Milos Stanisavljevic, Nikolaos Papandreou, Haralampos Pozidis, Evangelos Eleftheriou
IEEE Journal on Emerging and Selected Topics in Circuits and Systems

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